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Quanto você deve guardar para uma reserva de emergência?

08.02.2019

Quanto você deve guardar para uma reserva de emergência?

Descubra como avaliar quanto você deve guardar para uma reserva de emergência.

Criar uma reserva de emergência é uma ótima estratégia para prevenir complicações com situações imprevistas. Caso você tenha um gasto inesperado por conta de problemas de saúde na família, é importante que tenha um dinheiro extra guardado para não depender de empréstimos ou ficar endividado, certo?

O que não faltam são situações imprevistas que podem acontecer quando você menos espera: a perda do emprego de alguém da família, necessidade de fazer um conserto no carro, problemas de saúde, uma dívida que tinha ficado esquecida, entre outras. Por serem despesas inesperadas, a melhor forma para lidar com elas é ter uma reserva de emergência para contornar os custos.

Mas quanto será que você deve guardar na sua reserva de emergência? Essa é uma dúvida muito comum entre as famílias que começam a poupar uma parte do dinheiro todos os meses, e nós preparamos algumas dicas. Acompanhe!

Quanto você deve guardar para uma reserva de emergência?

Não existe uma resposta pronta para essa pergunta. Especialistas recomendam que a reserva de emergência tenha um valor suficiente para cobrir as suas despesas por um período de 3 a 12 meses. Ou seja, se as suas despesas mensais básicas são de R$1.500,00, seria ideal ter uma reserva de R$4.500,00 a R$18.000,00.

Porém, esses são valores que podem variar bastante de acordo com os hábitos e perspectivas de cada família. Veja alguns dos fatores que você pode levar em consideração nesse momento:

Perspectivas profissionais

Se você fosse demitido hoje, quanto tempo seria necessário para encontrar um novo emprego? Enquanto alguns profissionais possuem um vasto mercado, outros podem enfrentar dificuldades para se realocar profissionalmente. Quanto maior for o tempo necessário para que você volte a ter uma renda, maior deve ser a sua reserva de emergência.

Estabilidade profissional

Quanto maior for a sua estabilidade profissional, menor é a necessidade da reserva de emergência. Um servidor público possui uma estabilidade muito maior do que um profissional celetista, certo? Da mesma forma, esse profissional tem mais estabilidade do que um autônomo.

Instabilidade da renda

Para quem possui uma renda variável, é preciso ter uma atenção ainda maior com a reserva de emergência. Se você pode receber muito mais em um mês do que em outro ou até mesmo ficar um mês inteiro sem receber nada, é preciso garantir que a sua reserva tenha capacidade de cobrir os seus gastos mensais.

Direitos em caso de demissão

Você tem direito a receber FGTS e outras verbas rescisórias em caso de demissão? Os profissionais que têm essa renda extra podem ficar um pouco mais tranquilos em relação à reserva de emergência.

Comprometimento de renda

Quanto você gasta por mês com despesas fixas? E quais são as despesas variáveis que poderiam ser reduzidas em casos de necessidade? Uma análise sobre o seu comprometimento de renda também ajuda a visualizar melhor o valor necessário para compor a sua reserva de emergência.

Outras fontes de renda

A sua família possui outras fontes de renda além do seu salário? Seria possível gerar uma nova fonte de renda, caso fosse necessário – seja com a venda de produtos ou prestação de serviços temporários? Todos esses são fatores que permitem que você seja menos dependente da reserva de emergência em situações imprevistas.

E então, gostou das dicas para avaliar quanto deve guardar para uma reserva de emergência? Outra ótima solução em casos de despesas imprevistas é o Jeitto – a única carteira digital do Brasil que te pode te dar um limite de crédito.