Blog

Como saber quando um consórcio é um bom negócio?

12.02.2019

Como saber quando um consórcio é um bom negócio?

Entenda como você pode avaliar quando um consórcio é um bom negócio.

Será que o consórcio é um bom negócio? No momento de comprar um veículo ou um imóvel, essa é a forma encontrada por muitos brasileiros para fazer o pagamento, que pode ser em diversas parcelas mensais, de uma forma muito semelhante a um financiamento – mas o funcionamento dessa operação tem características únicas.

No momento de assumir um compromisso financeiro de valor tão alto, é importante analisar todas as alternativas e avaliar as consequências, certo? Isso também vale no momento de optar por um consórcio. Quanto mais informações você tiver sobre o funcionamento dessa operação e a sua situação financeira, melhores podem ser os resultados.

A seguir, descubra como saber quando um consórcio é um bom negócio. Acompanhe.

Como funciona o consórcio?

O primeiro passo para avaliar se um consórcio é um bom negócio é entender como funciona essa operação, certo? Para isso, imagine a seguinte situação: você deseja comprar um carro, mas não tem condições de pagar o seu valor à vista. Ao reunir outras 25 pessoas interessadas em adquirir esse mesmo veículo, é possível que cada uma pague R$1.000,00 por mês – totalizando R$25.000,00 para comprar o carro. Ao final de 25 meses, todos os participantes terão um carro no valor de R$25.000,00.

Ou seja, você pagaria 25 parcelas de R$1.000,00 em vez de pagar o valor total à vista, e todos os participantes desse esquema sairiam satisfeitos. A lógica do consórcio é reunir um número de pessoas interessadas em adquirir determinado bem, criando um esquema para que todos sejam contemplados ao longo dos meses. Na prática, essas operações são organizadas e reguladas por instituições financeiras – que garantem que todos paguem e recebam os bens conforme o acordo inicial.

Como não é possível que todos os participantes recebam o seu bem logo no primeiro mês, é adotado um sistema de sorteios para definir os contemplados. Além disso, também costuma existir um leilão mensal para que outro contemplado adiante as parcelas do seu pagamento para adiantar o recebimento do seu veículo ou imóvel.

Quando um consórcio é um bom negócio?

Apesar de parecer uma operação muito vantajosa, o consórcio também tem vários aspectos negativos – como a demora para receber o bem, as taxas administrativas que devem ser pagas ou a desvalorização do dinheiro para os participantes que são contemplados apenas ao final da operação.

Por esse motivo, ele não é recomendado em todos os casos: é preciso considerar os fatores que podem tornar essa operação um bom negócio:

Não existe pressa pela posse do bem

Em uma operação de financiamento, você também paga parcelas mensais, mas ganha a posse do bem comprado logo no primeiro mês. Já no consórcio, é preciso esperar até que você seja sorteado – o que pode demorar anos. Por essa razão, esse é um bom negócio somente para quem não tem pressa.

As taxas de juros estão altas

O consórcio não sofre a influência das taxas de juros do mercado, pois a aquisição dos bens é feita à vista. Por esse motivo, nos momentos de altas nas taxas de juros do mercado, essa operação pode se tornar mais atrativa do que um financiamento, por exemplo.

Você tem dificuldade em economizar dinheiro

Para quem tem dificuldade em economizar dinheiro para comprar um bem de alto valor à vista, o consórcio pode ser uma boa solução. Dessa forma, você cria a obrigação de poupar o valor necessário para o pagamento da parcela mensal -, sem inventar desculpas.

E então, gostou das dicas para descobrir quando o consórcio é um bom negócio? Sempre que você precisar de um auxílio para pagar as suas contas mensais, conte com o Jeitto – a única carteira digital do Brasil que pode te dar um limite de crédito.